O preço médio do diesel comum no Brasil registrou alta de 20,39%, enquanto a falta do combustível já atinge pelo menos 142 prefeituras no Rio Grande do Sul. O número representa quase 30% dos 497 municípios gaúchos e acende um alerta para o funcionamento de serviços essenciais.
De acordo com levantamento da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), 315 prefeituras participaram da pesquisa divulgada na última sexta-feira (20). A escassez já impacta diretamente a rotina das administrações municipais.
Segundo a entidade, os prefeitos estão sendo obrigados a priorizar serviços essenciais, principalmente na área da saúde, como o transporte de pacientes. Em contrapartida, obras e atividades que dependem de máquinas e equipamentos começam a ser suspensas por falta de combustível.
A presidente da Famurs e prefeita de Nonoai, Adriane Perin de Oliveira, alerta que a situação pode piorar nos próximos dias caso não haja medidas para garantir o abastecimento.
“Vamos levar esses dados ao governador e reforçar a necessidade de buscarmos alternativas para garantir o pleno funcionamento dos serviços. Precisamos de respostas efetivas, especialmente por parte do governo federal”, afirmou em nota.






















