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Assembleia anuncia programa para aprendizagem de jovens gaúchos

Presidente Gabriel Souza divulgou tratativas para instituir no Estado iniciativa de qualificação de jovens e oportunidades de acesso ao mercado de trabalho

20 de dezembro de 2021
Deputado Gabriel, presidente da Assembleia (Foto: Divulgação)

A Assembleia Legislativa e o Governo do Estado estão em tratativas para adesão do Rio Grande do Sul a um programa a exemplo do Jovem Aprendiz, do Governo Federal, que oferece a jovens de 14 a 24 anos oportunidades de aprendizagem profissional e de entrada para o mercado formal de trabalho. A iniciativa foi anunciada na manhã desta segunda-feira (20) pelo presidente do Parlamento gaúcho, deputado Gabriel Souza (MDB), durante a divulgação dos resultados da pesquisa sobre o futuro do trabalho, realizada em parceria com o Instituto Pesquisas de Opinião (IPO).

O parlamentar explicou que tem se reunido com o Executivo para alinhar a proposta. “A ideia é formular uma política pública para que o Estado possa contratar jovens aprendizes. Ou seja, um grande programa de qualificação profissional da juventude, que deverá colaborar também no combate à evasão escolar”, adiantou o parlamentar. O estudo revelou a urgência dos gaúchos para a qualificação profissional, corroborando com a medida. Jovens prestes a ingressar no mercado de trabalho e adultos acima de 50 anos aparecem entre as faixas etárias com maior expectativa por políticas públicas neste sentido. Os apontamentos foram detalhados pela cientista social e política, diretora do IPO, Elis Radmann, responsável pelo levantamento que ouviu 1.500 pessoas em oito regiões do RS.

Já os desafios para os trabalhadores com cerca de 30 anos de atuação foram acelerados pela pandemia, o uso de tecnologia e ferramentas digitais. Para este grupo, o parlamentar aposta no aperfeiçoamento das suas habilidades ou até mesmo no aprendizado de novas, incluindo o entrosamento com o ambiente digital e cursos de idioma. “É preciso um programa específico de requalificação, atualização, ou até mesmo de transição de carreira”, indica. Para ambas as faixas etárias, a Assembleia aprovou recentemente leis que incentivam o empreendedorismo, a desburocratização e a cidadania digital. Em novembro do ano passado foi sancionada a lei que institui a Política de Educação Digital, que prevê a criação de um ambiente virtual saudável, bem como a promoção de ações de alfabetização digital que incentivem o uso consciente da internet e das redes sociais.

A cientista social e política Elis Radmann alertou ainda para a preocupação da sociedade gaúcha com a situação da economia brasileira, em especial com a inflação e o desemprego que se estabeleceram no pós-pandemia. “A percepção de 78,9% dos entrevistados é de que a inflação vai aumentar, considerando o que a pessoa ouve falar. Em relação ao desemprego, 50,8% acham que vai aumentar e 64,6% dizem que isto deve ocorrer devido ao contexto do país”, explicou.

Principais aprendizados do estudo:

OS IMPACTOS DA PANDEMIA NO TRABALHO

– Segundo 50,1% das pessoas ouvidas, a pandemia teve impacto no seu trabalho e para 32,3% não afetou. O 17,6% restantes não trabalham. Os danos são econômico/financeiro (61,1%), perda do emprego (24,9%), mudanças na rotina (10,6%), danos na saúde (1,6%) e outros (1%).

– Ainda sobre impactos, 58,2% disseram que suas atividades não poderiam ser feitas de casa e apenas 20,7% têm trabalhos compatíveis com home office – ou seja menos de ¼ dos gaúchos. Destacam-se os professores e trabalhadores mais jovens. O estudo mostra ainda que quanto maior a escolaridade e renda familiar maior é a compatibilidade do trabalho home office.

– Esta modalidade é aprovada por 70,2% pela praticidade, deslocamento, mais tempo com a família, organização e produtividade. Entretanto, 61,5% acham que trabalhar em casa acaba misturando vida pessoal e emprego.

– Perguntados sobre a exigência de vacinação por parte das empresas, 82,9% responderam que concordam. É maior a concordância dentre os que possuem ensino fundamental e renda familiar de um a dois salários mínimos. Na região de Pelotas o índice chegou a 90,1% e em Santa Maria 88,3%.

– O levantamento também traçou o perfil do trabalhador gaúcho. Em média, iniciaram suas atividades profissionais com 15 anos. No restante do país, a média é de 14 anos.

A PERCEPÇÃO SOBRE A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Entre os entrevistados, 75,6% disseram que não realizaram nenhum curso durante a pandemia e 54,7% pensaram na possibilidade de fazer. Sobre as mudanças nas ocupações (tecnologia e transformação digital), 76,3% acreditam que isso já está ocorrendo nas suas cidades. E 48,5% dizem que existem cursos públicos nas suas regiões. Aliás, 95,7% acham que os governos deveriam investir em qualificação profissional da população.

A atual legislação trabalhista protege o trabalhador? 35,8% em parte| 29,7% não protege | 31,5% Sim, protege.

A PERCEPÇÃO SOBRE O FUTURO DO TRABALHO

Quem está no mercado de trabalho está sendo preparado para o futuro – 39,9% não | 29,6% em parte | 27,5% está sendo preparado

Você está se preparando – 52,3% não | 35,1% sim

E as novas gerações – 42,3% sim | 28,8% não | 27,2% em parte

RELAÇÃO DO GAÚCHO COM O EMPREENDEDORISMO

Entre os entrevistados, 52,2% nunca teve experiência com o empreendedorismo/atividade autônoma, enquanto 24,3% já teve e 23,5% têm atualmente. A avaliação da experiência é de 76,2% positiva. Para 41,1% dos gaúchos seria um “sonho” ter seu próprio negócio.

Em relação à opinião sobre a ALRS criar de leis e regras para o mercado de trabalho, 77,1% responderam “sim”.

Sobre o estudo

O levantamento é o quarto promovido pelo Parlamento gaúcho junto aos gaúchos este ano e integra a programação do projeto “O RS PÓS-PANDEMIA”. Realizado em novembro, o debate realizado pela Assembleia reuniu especialistas, que abordaram como a transformação digital e a pandemia impactaram o rumo das profissões. O ciclo de seminários já promoveu também discussões sobre economia, educação, saúde e desigualdade social.

Fonte: Assessoria de Comunicação - Gabinete Deputado Gabriel Souza

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POLÍTICA GERAL DE PRIVACIDADE E PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS

A RÁDIO ALTO URUGUAI LTDA, CNPJ 87.726998/0002-75, doravente EMISSORA.

A EMISSORA entende que a privacidade é um direito fundamental da pessoa natural, de modo que se faz necessário garantir a gestão sistemática e efetiva de todos os aspectos relacionados à proteção de dados pessoais e dos direitos dos seus titulares.
Dessa forma, a EMISSORA está comprometida com uma gestão efetiva da proteção de dados pessoais dos seus integrantes, parceiros e clientes, razão pela qual institui a presente Política Geral de Privacidade e Proteção
de Dados Pessoais (‘Política’).

A presente política tem como objetivo fortalecer o compromisso assumido com a inovação, os padrões de ética e de probidade que regem atuação profissional da emissora e a contínua valorização dos seus integrantes, clientes e parceiros, pelo que adota todas medidas cabíveis para garantir que esta Política seja adequadamente divulgada, entendida e cumprida por todos os seus integrantes.

1. Objetivos
A EMISSORA adota a presente Política como documento integrante do seu sistema de gestão corporativo, compatível com os requisitos da legislação brasileira, com o objetivo de estabelecer diretrizes para que o tratamento de dados pessoais seja realizado em níveis adequados de proteção, mediante a adoção de controles técnicos e administrativos necessários ao atendimento dos requisitos previstos na legislação vigente.
A presente Política objetiva, ainda, prevenir possíveis causas de violações de dados pessoais e incidentes de segurança da informação relacionados ao tratamento de dados pessoais e minimizar os riscos de perdas financeiras, da confiança de clientes ou de qualquer outro impacto negativo como resultado de violações de dados.

2. Ambiente normativo
A presente Política foi elaborada tendo por base a Lei n.º 13.709/2018 - Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assim como outras legislações do ordenamento jurídico que possam interferir nesta Política, bem como as diretrizes estabelecidas pela ABNT NBR ISO/IEC 27701:2020, e pela ISSO 27001:2013. (Caso a emissora opte por não entrar em conformidade com as outras normas acima destacadas, os termos acima devem ser adaptados de acordo com cada caso.)

3. Aplicação
A presente Política se aplica a qualquer operação de tratamento de dados pessoais realizada pela EMISSORA, independentemente do meio ou do país onde estejam localizados os dados, nos termos da LGPD.
Os princípios e conceitos adotados nesta Política são os constantes na LGPD e deverão seguir normas que complementem ou alterem o presente documento. Dentre eles, tem-se em especial que a EMISSORA tratará apenas os dados estritamente necessários para o desempenho da finalidade do tratamento, o qual lhe deverá ser adequado, transparente, não discriminatório e seguro.
A EMISSORA garante ainda que viabilizará o livre acesso e a qualidade dos dados, assim como que tomará medidas adequadas e razoáveis de prevenção e para o atendimento à LGPD.

4. Diretrizes
São diretrizes da EMISSORA para esta Política:
– Garantir a conformidade integral com leis e regulamentações de proteção de Dados Pessoais.
– Garantir a adoção de controles de segurança da informação, tanto técnicos quanto administrativos, suficientes para assegurar níveis de proteção adequados para Dados Pessoais;
– Garantir a contínua melhoria da gestão de proteção de dados pessoais por meio da definição e revisão sistemática de objetivos de privacidade e proteção de dados pessoais em todos os níveis de sua organização profissional;
– Garantir a documentação, implementação e comunicação das Políticas, procedimentos e práticas relacionadas à privacidade e proteção de dados adotadas pela emissora;
– Garantir que o tratamento dos dados pessoais seja realizado em conformidade com as hipóteses autorizadoras previstas na legislação vigente, solicitando-se o consentimento do titular nas ocasiões em que lei exigir;
– Garantir o tratamento apenas dos dados pessoais estritamente necessários e adequados à finalidade pretendida, explícita e legítima, e somente enquanto perdurarem os propósitos declarados;
– Garantir a precisão e qualidade dos dados pessoais tratados, excetuando-se casos em que exista uma base legal para a manutenção de dados desatualizados.
– Garantir a não discriminação no tratamento de dados pessoais, impossibilitando que estes sejam usados para fins discriminatórios, ilícitos ou abusivos.
– Garantir a retenção dos dados pessoais apenas pelo tempo necessário para cumprir os propósitos declarados e, posteriormente, destruí-los, bloqueá-los ou anonimizá-los com segurança, salvo quando a retenção for exigida pela legislação vigente;
– Garantir a rastreabilidade e prestação de contas durante todo o tratamento de dados pessoais, incluindo quando os dados pessoais forem compartilhados com terceiros;
– Garantir aos titulares o pleno exercício de todos os direitos previstos na legislação vigente, constantes no capítulo III, da
Lei Geral de Proteção de Dados, especialmente o direito de informação, confirmação, acesso aos dados, revisão, portabilidade, anonimização, bloqueio e eliminação.
Assim, a EMISSORA se compromete a fornecer ao titular explicações suficientes sobre políticas, procedimentos e práticas com relação aos dados pessoais objeto de tratamento, inclusive eventuais alterações em quaisquer desses itens.
- Garantir que as violações de dados sejam notificadas às partes interessadas, conforme requisitos e prazos previstos na legislação vigente, bem como sejam integralmente registradas, classificadas, investigadas, corrigidas e documentadas.

5. Dados pessoais tratados pela EMISSORA.
A EMISSORA poderá tratar, de maneira informada, dados dos seus colaboradores ou de profissionais que estejam em processo de seleção, fornecedores, prestadores de serviços, contratantes e contratados, assim como também o fará com dados recebidos de clientes para o desempenho dos seus serviços, ou dados de participantes dos eventos que venha a promover, entre outros.
Os dados podem ser nome civil ou social, endereço físico e eletrônico, número de telefone, número inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF, dentre outros.
A coleta de dados pessoais sensíveis, como dados sobre origem racial, étnica, convicção religiosa, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso etc., só ocorrerá em hipóteses restritas.
A EMISSORA não executa atividades relacionadas diretamente a crianças ou adolescentes nem recolhe de forma proativa seus dados pessoais. (Caso a emissora colete dados desse tipo em algum momento, essa informação deve ser alterada, conforme cada caso).
Os usuários da informação serão todos os integrantes da EMISSORA e terceiros alocados na prestação de serviços à emissora, indiferente do regime jurídico a que estejam submetidos, assim como outros indivíduos ou organizações devidamente autorizadas a manipular qualquer ativo de informação da emissora para o desempenho de suas atividades profissionais.
Os dados serão excluídos quando tiverem cumprido as finalidades para as quais foram coletados ou quando o respectivo titular solicitar a sua eliminação, exceto se houver base legal que justifique o seu armazenamento.

6. Papéis e Responsabilidades
6.1 Comitê Gestor De Proteção De Dados Pessoais – CGPD
Obs.: A criação de um Comitê Gestor de Proteção de Dados para a emissora desempenha um papel importante perante a fiscalização do cumprimento à LGPD. No entanto, caso a emissora opte por não o fazer, deverá excluir as disposições existentes
a respeito desse assunto nesta política.
Fica constituído o Comitê Gestor De Proteção De Dados Pessoais (CGPD).

O CGPD será composto de:
– 02 diretores;
– 01 membro gestor da área de privacidade e proteção de dados;
– 01 gestor ou consultor da área de segurança ou de tecnologia da informação;
– 01 gestor de departamento pessoal ou de recursos humanos;
– O encarregado de Proteção de Dados.

É responsabilidade do CGPD:
– Aprovar esta Política, bem como propor as alterações e ajustes necessários;
– Aprovar as diretrizes de proteção da privacidade e de dados pessoais, complementares a esta Política, elaboradas pelo time de Segurança da Informação, bem como propor as alterações e ajustes necessários;
– Garantir a disponibilidade dos recursos necessários para uma efetiva Gestão da Proteção de Dados Pessoais;
– Garantir que o tratamento de Dados Pessoais seja realizado em conformidade com a presente Política e com a legislação vigente;
– Promover a divulgação da presente Política e tomar as ações necessárias para disseminar uma cultura de proteção de Dados Pessoais no ambiente corporativo.
6.2 Encarregado Pelo Tratamento De Dados Pessoais
Obs.: cabe a cada emissora indicar se o encarregado irá cumprir outras funções, para além das que constam abaixo. Caso isso ocorra, elas devem ser acrescidas às demais responsabilidades.
É responsabilidade do Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais:
– Apoiar o Comitê Gestor De Proteção De Dados Pessoais em suas deliberações;
– Tomar as ações cabíveis para se fazer cumprir os termos desta Política;
– Identificar e avaliar as principais ameaças à proteção de dados, bem como propor e, quando aprovado, apoiar a implantação de medidas corretivas para reduzir o risco;
– Aceitar reclamações e comunicações dos titulares de dados pessoais, prestar esclarecimentos e adotar as providências necessárias;
– Receber comunicações da Autoridade Nacional de Proteção de Dados e adotar as providências necessárias;
– Orientar os integrantes e parceiros da emissora a respeito das práticas a serem tomadas em relação à proteção de dados pessoais;
– Atender as demais atribuições, conforme orientação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, definidas em normas complementares publicadas pelo referido órgão;
– Apoiar a gestão das violações de dados pessoais, garantindo tratamento adequado e comunicando, em prazo razoável, a Autoridade Nacional e titulares afetados pela violação, sempre que esta representar riscos ou danos.
6.3 Equipe de Segurança da Informação e de Tecnologia da Informação
É responsabilidade da equipe de Segurança da Informação e de Tecnologia da Informação:
– De acordo com a Política de Segurança da Informação e diretrizes anexas, bem como com a presente Política, implementar os controles necessários para cumprir os requisitos de segurança da informação necessários à proteção da privacidade e de dados pessoais tratados pela emissora.
– Adotar medidas de segurança, tanto técnicas quanto administrativas, aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou qualquer forma de tratamento inadequado ou ilícito, conforme padrões mínimos recomendados pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais;
– Realizar o tratamento de incidentes de segurança da informação que envolvam o tratamento de dados pessoais, garantindo sua detecção, contenção, eliminação e recuperação dentro de um prazo razoável;
– Apoiar o Encarregado pelo tratamento de dados pessoais na comunicação à Autoridade Nacional e ao titular dos dados pessoais em casos de ocorrência de incidente de segurança que possam acarretar riscos ou danos.
6.4 Usuários da Informação
É responsabilidade dos Usuários da Informação:
– Ler, compreender e cumprir integralmente os termos da presente Política, bem como as demais normas e procedimentos de proteção de dados pessoais aplicáveis;
– Assinar o termo de ciência e adesão à Política, formalizando a ciência e o aceite integral das disposições, bem como das demais normas e procedimentos de segurança, assumindo responsabilidade pelo seu cumprimento;
– Encaminhar quaisquer dúvidas e/ou pedidos de esclarecimento sobre a presente Política, suas normas e procedimentos ao Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais ou, quando pertinente, ao Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais;
– Comunicar ao Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais qualquer evento que viole esta Política ou coloque/possa vir a colocar em risco Dados Pessoais tratados pela emissora.
– Responder pela inobservância da Política, normas e procedimentos relacionados ao tratamento de Dados Pessoais, conforme definido no item sanções e punições.

7. Sanções e Punições
As violações, mesmo que por mera omissão ou tentativa não consumada, desta Política, bem como demais normas e procedimentos de proteção de dados pessoais, serão devidamente apurados pelo Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais que pode aplicar a penalidade que entender oportuna, variando entre a penalidade mais branda, advertência, à mais grave, demissão por justa causa, assegurada em todos os casos a ampla defesa.
Para o caso de violações que impliquem em atividades ilegais, ou que possam incorrer em riscos aos titulares de dados pessoais, ou dano à emissora, o infrator será responsabilizado pelos prejuízos, cabendo aplicação das medidas judiciais pertinentes, sem prejuízo daquelas descritas acima.

8. Casos Omissos
Os casos omissos serão avaliados pelo Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais para posterior deliberação.
As diretrizes estabelecidas nesta Política e nas demais normas e procedimentos de proteção de dados pessoais não se esgotam
em razão da contínua evolução tecnológica, da legislação vigente e constante surgimento de novas ameaças e requisitos.
Desta forma, não se constitui rol enumerativo, sendo obrigação do usuário da informação da emissora EMISSORA adotar, sempre que possível, outras medidas de segurança além das aqui previstas, com o objetivo de garantir proteção de dados pessoais tratados na emissora.

9. Auditoria interna
A EMISSORA realizará auditorias internas anuais, a serem desenvolvidas pelo Encarregado com o auxílio do time de segurança da informação, no que for necessário, garantido o registro e o relato dos resultados ao Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais.

10. Revisões
Esta Política é revisada com periodicidade anual ou conforme o entendimento do Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais.
ASSINATURA DO GESTOR OU DO REPRESENTANTE

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