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Produtores de Campo Novo também são prejudicados com mortandade de abelhas que afeta o RS

Mais de 6 mil colmeias foram perdidas no Estado nos últimos meses, estima Associação dos Apicultores. Polícia suspeita que mortandade esteja ligada ao uso de agrotóxicos nas lavouras

15 de fevereiro de 2019
Mortandade de abelhas está sendo encarada como história no RS (Foto: Aldo Machado/Divulgação)

O ano que prometia ser um dos melhores para a produção de mel no RS, está sendo de frustração. Apicultores estão alarmados com a morte de milhões de abelhas durante o período de produção. E o Estado, que concentra o maior volume de mel produzido no país, está agora preocupado com os prejuízos dos produtores.

A morte repentina de milhares de abelhas preocupa criadores no Rio Grande do Sul. Mais de 6 mil colmeias (500 milhões de abelhas) foram perdidas nos últimos meses, conforme levantamento da Associação dos Apicultores Gaúchos. Estima-se que mais de 150 toneladas de mel deixaram de ser entregues.

Existe a suspeita de que a mortandade esteja ligada ao uso de agrotóxicos nas lavouras. “Claro que tem outras causas de mortes, mas em 80% das análises de abelhas mortas, foi constatado algum tipo de agrotóxico presente”, afirma o tenente Edelberto Ginder, da Patrulha Ambiental da Brigada Militar de Santa Rosa.

Em pleno período de produção, o cenário é de prejuízo nas propriedades. Em Campo Novo, na propriedade de Geraldo Kasper, de 12 colmeias, sobraram apenas duas. Algumas abelhas ainda estão vivas, mas de acordo com o produtor, certamente estão contaminadas. “Vamos ter que limpar essa colmeia e eliminar toda a cera e todo o mel, pois estão contaminados também”, conta o apicultor.

Também em Campo Novo, a família do apicultor Claudimir Filipetto investiu em um sistema moderno para industrializar o mel na expectativa de um dos melhores anos para a produção. Mas foi surpreendida com a perda de mais de 160 colmeias. O trabalho da agroindústria empregava anualmente de dois a quatro funcionários. Com o prejuízo atual, a família pensa em diminuir esse apoio.

Para esta safra, a expectativa da família Flipetto era produzir 12 toneladas de mel. O volume produzido, no entanto, não deve chegar à metade do previsto. “O ano vai ser somente para repor o que foi perdido”, prevê a produtora de mel Marli Camargo.

Somente no ano passado, a Secretaria da Agricultura recebeu 30 notificações de mortes atípicas de abelhas no Estado. Em todos os chamados, foram feitas coletas de insetos mortos. Até agora, foram recebidos resultados de oito análises: todas com algum tipo de resíduo de agrotóxico, entre os quais o fipronil. Neste ano, o órgão recebeu até o momento duas notificações: uma de Cruz Alta e outra de São José das Missões, ambas sem laudos concluídos.

Apicultores buscam respostas para morte de abelhas no RS

Aldo Machado, presidente da Câmara Setorial da Apicultura da Secretaria Estadual da Agricultura, diz que trata-se de um massacre e que um dos municípios mais atingidos foi Cruz Alta. “O que está acontecendo é um massacre. Da metade de dezembro para cá, mais de mil colmeias morreram somente no município”, diz Salvador Gonçalves da Silva, presidente da Associação de Apicultores de Cruz Alta.

A suspeita é de que os vilões sejam os inseticidas com o princípio ativo fipronil, que estariam sendo aplicados na soja durante a floração – período em que o uso desses produtos é proibido por normativas conjuntas do Ministério da Agricultura e do Ibama.

“Ao coletarem o néctar contaminado nas flores da soja, as abelhas infectam o restante da colmeia quando retornam” explica Salvador, que perdeu 200 das 600 caixas de abelhas que produz.

Esta é apenas uma fração do dano. A estimativa é de que os associados de Cruz Alta encerrem a temporada com 25 mil quilos de mel coletados, quebra de quase 70% da produção, estimada em 80 toneladas. Mesmo com a maior mortandade de abelhas já vista no local, os apicultores evitam notificar a Secretaria da Agricultura, pois a maioria das caixas com os insetos fica em propriedades de sojicultores.

Os donos das terras cedem espaço para colocação das colmeias em troca de uma porcentagem de mel e dos benefícios que o inseto proporciona às plantas. É o que ocorre com o apicultor Rodrigo Jardim, 32 anos. Suas 70 caixas – 60 delas perdidas – estão espalhadas por 10 propriedades próximas a lavouras de soja. Com a apicultura, Jardim sustenta o filho e a mulher. Aprendeu o manejo com o pai e, desde os nove anos, lida com abelhas:

Adonildo Beck, 74 anos, começou a se dedicar às abelhas quando se aposentou. Nestes 10 anos, garante nunca ter visto nada igual. Pelo menos metade das suas 80 colmeias estão comprometidas, prejuízo de 1 tonelada de mel – a projeção era colher 2 toneladas. Seus apiários estão espalhados por nove áreas e a situação mais crítica foi nas 14 caixas em Boa Vista do Cadeado, município limítrofe de Cruz Alta. Lá, as colmeias que não foram perdidas estão agonizando.

– Vemos um aumento da incidência, fruto da expansão das áreas de lavouras e também da maior conscientização dos apicultores em notificar os casos de mortandade – explica Antônio Carlos Ferreira Neto, diretor do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, que capacitou mais de 50 técnicos nos últimos anos para trabalhar com problemas desta natureza, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), braço de tecnologia e capacitação técnica da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Eduardo Condorelli alerta que o uso do fipronil na fase de floração não é permitido, mas que é preciso investigar se a mortandade foi mesmo causada pelo inseticida: “a aplicação do produto é recomendada até, no máximo, 40 dias de idade da soja. Mas é importante também levar em consideração que tratamos de ocorrências que precisam ter suas causas muito bem avaliadas”.

O dirigente pondera que, além da possibilidade de contaminação por produtos químicos, uma série de outros fatores naturais podem levar à mortandade de colmeias.

Agrotóxico usado na soja responde por 80% das mortes de abelhas no RS

Cerca de 80% dos casos de mortandade de abelhas — em que há morte de todas as colmeias de um apiário — no Rio Grande do Sul analisados pelo engenheiro agrônomo Aroni Sattler, em 2018, decorreram da ingestão ou contato com o inseticida fipronil. O produto é usado no Brasil para proteger sementes de soja contra insetos como o bicudo.

No ano passado, a parceria entre o professor da faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e um laboratório do setor privado examinou 30 episódios registrados no estado. O trabalho conduzido por Sattler revelou um índice próximo ao do projeto Colmeia Viva. Entre 2014 e 2017, a iniciativa analisou aproximadamente 200 ocorrências. Das quase 60 em que foi possível detectar o ingrediente ativo, o fipronil representa 70%.

Doutor em ciências biológicas, Osmar Malaspina estuda abelhas há 40 anos e integrou a equipe de pesquisa. Segundo ele, o problema está na utilização incorreta do produto. Esta também é a denúncia do coordenador da Câmara Setorial de Apicultura do estado, Aldo Machado. “É um problema que vem se agravando de dois anos para cá, e não tem ninguém fiscalizando. O Ministério Público não está se mexendo, o governo também não”, diz.

De acordo com Machado, nos últimos meses foram registrados casos de extermínio de colmeias nos municípios gaúchos de Alegrete, Bagé, Caçapava do Sul, Cruz Alta, Frederico Westphalen, Santana do Livramento, Santiago e São José das Missões.

O coordenador afirma que produtos à base de fipronil estão sendo usados na fase da floração da cultura. É aí que está o problema, diz Machado, que também é apicultor: as abelhas visitam as áreas de soja, coletam néctar contaminado e retornam às caixas. “O produto mata por contato e ingestão. Qualquer outro inseto que encoste nessa abelha morre também”.

Para Aldo Machado, alguns produtores de soja estão fazendo a aplicação de fipronil juntamente com dessecantes para economizar diesel e mão de obra. “O correto seria aplicar os dois produtos separadamente, para que não haja fipronil nas lavouras quando as abelhas forem atrás das flores”, diz.

Contando os prejuízos

Em Santiago, apicultores estimam ter perdido 200 colmeias, diz Machado. “O presidente do Sindicato de Cruz Alta me contou que cerca de 1.000 colmeias devem ser perdidas só no município”.

Segundo o coordenador da Câmara Setorial, um laudo da Universidade de Santa Maria estima o prejuízo por colmeia em R$ 810. “O produtor que aplica de forma incorreta para economizar está ganhando, e o apicultor, pagando a conta”, afirma.

Cautela

Samuel Roggia, pesquisador de Entomologia da Embrapa Soja, diz que não é possível afirmar que seja esse produto o causador das recentes mortes das abelhas no Rio Grande do Sul sem que antes seja feita a análise de amostras dos insetos mortos.

Roggia explica que o fipronil é um inseticida bastante utilizado porque tem amplo espectro, controlando várias pragas ao mesmo tempo. “Ele apresenta um efeito residual no ambiente um pouco mais longo do que outros produtos, mas é bastante seguro contra seres humanos e animais de sangue quente”, afirma. Por essa razão, é também usado como ingrediente de inseticidas de uso doméstico.

Segundo o pesquisador, a aplicação de fipronil na cultura de soja tem melhor efeito sobre o controle de insetos como o bicudo em fases anteriores ao florescimento.

Polêmica no mundo

Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, constataram que o fipronil foi responsável pela morte de milhares de abelhas na França, entre 1994 e 1998 — os casos começaram um ano após o lançamento do produto. Órgãos reguladores da União Europeia proibiram o uso do agroquímico no cultivo em 2017.

Malaspina diz que simplesmente vetar o uso no Brasil é mais difícil. “Não temos a mesma realidade da Europa. Lá, eles têm seis meses de frio intenso, o que extermina a maioria das pragas. Aqui, com clima tropical, elas estão presentes o ano inteiro. Precisamos conscientizar sobre o uso correto. Isso diminuiria muito o impacto”, salienta.

Na Cidade do Cabo, capital legislativa da África do Sul, mais de um milhão de abelhas teriam morrido por causa de fipronil em 2018. Um dos apicultores afetados, Brendan Ashley-Cooper perdeu cerca de 40% da produção. As suspeitas, na época, eram de que uma vinícola local teria usado o produto para se livrar de formigas.

As abelhas não foram as únicas vítimas do inseticida. Em 2017, uma empresa contratada para desinfetar granjas fez uso ilegal do produto e contaminou milhões de ovos. Ao todo, 17 países foram atingidos e os ovos precisaram ser retirados das gôndolas dos supermercados.

Medidas amigáveis aos polinizadores

• Consulte na bula do químico e no receituário agronômico se há orientação sobre sua toxicidade às abelhas e o período adequado de aplicação do produto.
• Se houver caixas de abelhas no entorno da propriedade, avise os apicultores sobre o horário e os dias de aplicação. A comunicação é fundamental para o convívio das abelhas e de culturas agrícolas.
• Mantenha a mata ao redor da cultura agrícola. O verde funciona como um atrativo para as abelhas, evitando que se desloquem até a plantação.
• A atividade das abelhas nas flores costuma ser maior no período da manhã. Evite, se possível, a aplicação de defensivos nesse período.
• Evite colocar caixas de abelhas em culturas com intensa frequência de pulverização e não dependentes de polinização.
• A deriva pode ser prejudicial para as abelhas. No caso de pulverização aérea, controle o tamanho das gotas e utilize as pontas de pulverização corretas.
• Observe também a direção do vento e aplique, se possível, contra o sentido das caixas de abelhas.
• O manual completo de boas práticas na agricultura e apicultura, com mais de 70 ações e dicas, pode ser acessado no site Colmeia Viva.

O que fazer em caso de mortandade atípica:

• Fazer ocorrência policial e notificar a Secretaria da Agricultura por meio das inspetorias do interior do Estado.
• A comunicação é importante para que agrônomos e veterinários da secretaria possam ir até o local. O primeiro coleta amostras para exame de resíduos de produtos.
• O segundo verifica a existência de algum tipo de doença na abelha.
• Mais informações também podem ser obtidas na Câmara Setorial de Apicultura e Meliponicultura da Secretaria Estadual da Agricultura, pelo telefone (51) 3288-6364.
• Apicultores podem também comunicar a mortandade ao grupo Colmeia Viva, iniciativa da indústria de defensivos agrícolas, pelo 0800-771 800.

Fonte: Rádio Alto Uruguai (com informações do G1-RS, Associação de Apicultores Gaúchos e Canal Rural)

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6. Papéis e Responsabilidades
6.1 Comitê Gestor De Proteção De Dados Pessoais – CGPD
Obs.: A criação de um Comitê Gestor de Proteção de Dados para a emissora desempenha um papel importante perante a fiscalização do cumprimento à LGPD. No entanto, caso a emissora opte por não o fazer, deverá excluir as disposições existentes
a respeito desse assunto nesta política.
Fica constituído o Comitê Gestor De Proteção De Dados Pessoais (CGPD).

O CGPD será composto de:
– 02 diretores;
– 01 membro gestor da área de privacidade e proteção de dados;
– 01 gestor ou consultor da área de segurança ou de tecnologia da informação;
– 01 gestor de departamento pessoal ou de recursos humanos;
– O encarregado de Proteção de Dados.

É responsabilidade do CGPD:
– Aprovar esta Política, bem como propor as alterações e ajustes necessários;
– Aprovar as diretrizes de proteção da privacidade e de dados pessoais, complementares a esta Política, elaboradas pelo time de Segurança da Informação, bem como propor as alterações e ajustes necessários;
– Garantir a disponibilidade dos recursos necessários para uma efetiva Gestão da Proteção de Dados Pessoais;
– Garantir que o tratamento de Dados Pessoais seja realizado em conformidade com a presente Política e com a legislação vigente;
– Promover a divulgação da presente Política e tomar as ações necessárias para disseminar uma cultura de proteção de Dados Pessoais no ambiente corporativo.
6.2 Encarregado Pelo Tratamento De Dados Pessoais
Obs.: cabe a cada emissora indicar se o encarregado irá cumprir outras funções, para além das que constam abaixo. Caso isso ocorra, elas devem ser acrescidas às demais responsabilidades.
É responsabilidade do Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais:
– Apoiar o Comitê Gestor De Proteção De Dados Pessoais em suas deliberações;
– Tomar as ações cabíveis para se fazer cumprir os termos desta Política;
– Identificar e avaliar as principais ameaças à proteção de dados, bem como propor e, quando aprovado, apoiar a implantação de medidas corretivas para reduzir o risco;
– Aceitar reclamações e comunicações dos titulares de dados pessoais, prestar esclarecimentos e adotar as providências necessárias;
– Receber comunicações da Autoridade Nacional de Proteção de Dados e adotar as providências necessárias;
– Orientar os integrantes e parceiros da emissora a respeito das práticas a serem tomadas em relação à proteção de dados pessoais;
– Atender as demais atribuições, conforme orientação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, definidas em normas complementares publicadas pelo referido órgão;
– Apoiar a gestão das violações de dados pessoais, garantindo tratamento adequado e comunicando, em prazo razoável, a Autoridade Nacional e titulares afetados pela violação, sempre que esta representar riscos ou danos.
6.3 Equipe de Segurança da Informação e de Tecnologia da Informação
É responsabilidade da equipe de Segurança da Informação e de Tecnologia da Informação:
– De acordo com a Política de Segurança da Informação e diretrizes anexas, bem como com a presente Política, implementar os controles necessários para cumprir os requisitos de segurança da informação necessários à proteção da privacidade e de dados pessoais tratados pela emissora.
– Adotar medidas de segurança, tanto técnicas quanto administrativas, aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou qualquer forma de tratamento inadequado ou ilícito, conforme padrões mínimos recomendados pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais;
– Realizar o tratamento de incidentes de segurança da informação que envolvam o tratamento de dados pessoais, garantindo sua detecção, contenção, eliminação e recuperação dentro de um prazo razoável;
– Apoiar o Encarregado pelo tratamento de dados pessoais na comunicação à Autoridade Nacional e ao titular dos dados pessoais em casos de ocorrência de incidente de segurança que possam acarretar riscos ou danos.
6.4 Usuários da Informação
É responsabilidade dos Usuários da Informação:
– Ler, compreender e cumprir integralmente os termos da presente Política, bem como as demais normas e procedimentos de proteção de dados pessoais aplicáveis;
– Assinar o termo de ciência e adesão à Política, formalizando a ciência e o aceite integral das disposições, bem como das demais normas e procedimentos de segurança, assumindo responsabilidade pelo seu cumprimento;
– Encaminhar quaisquer dúvidas e/ou pedidos de esclarecimento sobre a presente Política, suas normas e procedimentos ao Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais ou, quando pertinente, ao Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais;
– Comunicar ao Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais qualquer evento que viole esta Política ou coloque/possa vir a colocar em risco Dados Pessoais tratados pela emissora.
– Responder pela inobservância da Política, normas e procedimentos relacionados ao tratamento de Dados Pessoais, conforme definido no item sanções e punições.

7. Sanções e Punições
As violações, mesmo que por mera omissão ou tentativa não consumada, desta Política, bem como demais normas e procedimentos de proteção de dados pessoais, serão devidamente apurados pelo Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais que pode aplicar a penalidade que entender oportuna, variando entre a penalidade mais branda, advertência, à mais grave, demissão por justa causa, assegurada em todos os casos a ampla defesa.
Para o caso de violações que impliquem em atividades ilegais, ou que possam incorrer em riscos aos titulares de dados pessoais, ou dano à emissora, o infrator será responsabilizado pelos prejuízos, cabendo aplicação das medidas judiciais pertinentes, sem prejuízo daquelas descritas acima.

8. Casos Omissos
Os casos omissos serão avaliados pelo Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais para posterior deliberação.
As diretrizes estabelecidas nesta Política e nas demais normas e procedimentos de proteção de dados pessoais não se esgotam
em razão da contínua evolução tecnológica, da legislação vigente e constante surgimento de novas ameaças e requisitos.
Desta forma, não se constitui rol enumerativo, sendo obrigação do usuário da informação da emissora EMISSORA adotar, sempre que possível, outras medidas de segurança além das aqui previstas, com o objetivo de garantir proteção de dados pessoais tratados na emissora.

9. Auditoria interna
A EMISSORA realizará auditorias internas anuais, a serem desenvolvidas pelo Encarregado com o auxílio do time de segurança da informação, no que for necessário, garantido o registro e o relato dos resultados ao Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais.

10. Revisões
Esta Política é revisada com periodicidade anual ou conforme o entendimento do Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais.
ASSINATURA DO GESTOR OU DO REPRESENTANTE

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