As campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) assinaram nesta quinta-feira (22) o documento que prevê a abertura de sigilos no confronto entre os dois candidatos à presidência da República.
O entendimento ocorreu depois de divergências sobre as condições para a divulgação das informações e sobre a inclusão de uma empresa mencionada pela equipe petista. Agora, cabe ao ministro André Mendonça, relator da ação, liberar os documentos.
Com as assinaturas, a expectativa manifestada pela campanha de Lula é que os dados possam ser disponibilizados antes do segundo turno das eleições, marcado para domingo (25).
Ambas as equipes têm até 23h59 de hoje para entregar os documentos. A advogada Maria Claudia Bucchianeri, coordenadora jurídica da campanha presidencial de Flávio, foi quem realizou a assinatura do termo em nome do candidato do PL.
Já do lado petista, o acordo foi redigido e assinado digitalmente pelo próprio presidente Lula. A campanha de Lula informou que o presidente já havia assinado a autorização para atender às condições apresentadas pelo adversário.
Do outro lado, segundo os representantes petistas, a equipe de Flávio também concordou com a inclusão dos pontos que haviam provocado divergências entre as partes.
Após chegarem ao TSE por volta das 11h desta quinta-feira (22), as campanhas se reuniram para discutir os termos apresentados e chegar a um consenso. Flávio foi representado pela advogada Maria Claudia e pelo senador eleito Deltan Dallagnol. Ele foi escolhido pelo presidenciável para analisar os documentos.
A campanha de Lula foi representada pelo senador Camilo Santana (PT-CE), pelo presidente nacional do PT, Edinho Silva, pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da presidência, Guilherme Boulos, e pela deputada Camila Jara (PT-MS).








